quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Renda ativa e renda passiva



Você sabe a diferença entre renda ativa e renda passiva?
Veja o vídeo gravado por Sandro Mattos

CRISE LEVA O BRASILEIRO A BUSCAR AULAS DE COMO POUPAR















Participei da matéria MESMO NA CRISE, BRASILEIRO QUER APRENDER A POUPAR que foi publicada no JORNAL AGORA SP no dia 12 de agosto de 2018.

Parta quem não tem o jornal impresso, segue um resumo no link

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/08/crise-leva-brasileiro-a-buscar-aulas-de-como-poupar.shtml

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Vídeo: Cofrinho artesanal - educação financeira para crianças


É muito bom ver as escolas se preocupando em inserir educação financeira no conteúdo pedagógico.
Neste vídeo recebemos uma convidada especial que mostrou sua nova amiguinha, que vai ajudá-la a conquistar seus sonhos.
Não perca!


segunda-feira, 30 de julho de 2018

Aprender...sempre


Para ensinar temos que aprender. 
Ouvir mais do mesmo nunca é demais, até porque, o mesmo não existe já que sempre tem orientação nova. Isso mantém o cérebro alimentado de informação. 
Por isso, estou aqui assistindo mais uma entrevista do grande mestre Reinaldo Domingos.

Já se preparou para o pior?

Por Sandro Mattos
13 min

Pra você que ainda acha que educação financeira é besteira eu te pergunto: "Se você perdesse hoje sua remuneração mensal, por quanto tempo conseguiria manter seu padrão de vida sem ter problemas financeiros?", ou sendo mais direto ainda: "Quanto tempo duraria seu dinheiro?"
Pense nisso, até porque, se você conta com o valor da sua rescisão, saiba que muitas empresas que quebram, não pagam seus ex-colaboradores, que ficam sem receber nada ou quando muito, recebem apenas parte dos seus direitos. E aí, o que fazer? Um processo trabalhista pode levar anos para ser resolvido. Já se colocou nesta situação? Então pense bem e veja se não vale à pena buscar informação e se precaver desde já.

Sandro Mattos - Educador e Terapeuta Financeiro
Palestras e workshops em empresas, associações, templos religiosos, condomínios, famílias, etc... (11) 96852-8430.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Perfis psicológicos financeiros


Imagem relacionada










Além dos perfis ligados à situação econômico-financeira (inadimplente, equilibrado e investidor), é sabido que as pessoas também possuem perfis psicológicos ligados ao seu modo de conduzir as finanças na sua vida. São eles:
- Poupador
- Gastador
- Doador
- Planejador

No poupador, nota-se a preocupação em demasia com o futuro. É aquele tipo que não gasta com nada, não vive o presente. Embora seja um perfil que normalmente não sofre com problemas financeiros, ele também deixa de usufruir e até de potencializar o dinheiro, pois é temeroso ao extremo.
O gastador já tem um perfil oposto ao poupador. Pensa apenas em curtir o presente, não se preocupando com o futuro. Quer viver o hoje e, por isso, gasta muito. Possui grande propensão a se tornar inadimplente ou de ter uma velhice problemática, dependendo de outras pessoas para sobreviver.
O doador, como o próprio nome diz, é aquele que se preocupa mais com os outros do que com si próprio. É daqueles que gasta muito com parentes e amigos. Apesar de apresentarem um lado positivo socialmente falando, são presas fáceis nas mãos de exploradores.
E por último, apresentamos o planejador. Este é o perfil que mais se encaixa, levando-se em conta os conceitos básicos da educação financeira. Vivem o presente de forma consciente, se preparam para um futuro sólido e equilibrado, e, ainda assim, que ao longo da vida, conseguem realizar sonhos sem perder o controle do dinheiro.
É de extrema importância que todas as pessoas busquem conhecer seu atual perfil (já que este poderá sofrer mudanças ao longo da vida, através do conhecimento e até da própria maturidade), pois é baseado neste tipo de teste que muitas empresas atuam na relação consumo x crédito e até mesmo na possibilidade de investimentos.

Por Sandro Mattos - Educador e Terapeuta Financeiro

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Mergulhado nos estudos

















Mergulhado nos estudos. 
Se Deus permitir e com minha disposição, conseguirei entregar essa monografia de conclusão da Pós em Terapia Financeira antes do prazo.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Educação Financeira x Comportamento do Consumidor no Mercado de Bens e Serviços


Resultado de imagem para educação financeira serviçosNos últimos anos temos notado um crescimento no interesse da população a assuntos que se referem à educação financeira, psicologia financeira e tudo que envolve o comportamento pessoal e a relação com o dinheiro.
O perfil daqueles que possuem dificuldades financeiras vai desde aquele que ganha um baixo salário, ao que não tem controle sobre o consumo, gastando muito mais do que seu orçamento mensal permitiria e em conseqüência, pagando muitos juros ou ficando inadimplente sem condições de liquidar essa dívida em curto espaço de tempo.
Durante minha pós-graduação em Terapia Financeira eu assisti um trabalho apresentado que se baseou em pesquisas realizadas com clientes de uma empresa de crédito financeiro e ficou claro que, a desorganização e muitas vezes o conhecimento apenas básico sobre finanças eram presentes numa taxa considerável dos entrevistados.  
Agora, colocando aqui a minha observação, trago uma questão: se eles tinham conhecimento, mesmo que básico, porque erravam, porque ainda assim, tiveram problemas financeiros? Simples, porque a educação financeira não é o mesmo que finanças pessoais. Está mais ligada ao comportamento do que aos números. Ser uma pessoa educada vai além de guardar dinheiro ou de não gastá-lo. 
É algo que precisa ser alimentado todo dia, já que costumes podem levar as pessoas à enormes dificuldades ou ao melhor dos resultados, especialmente na realização de sonhos, não de forma indevida, mas sim, com total controle do que e de quando esses poderão ser atingidos.

Por Sandro da Costa Mattos



quinta-feira, 28 de junho de 2018

Atividade Econômica do Brasil e da Economia Mundial


Resultado de imagem para atividade economica brasil e no mundo

Para falarmos a respeito de economia, é importante salientar que existe a sua forma micro (que estuda o resultado de mercados na sua forma singular) e a macro (que estuda o resultado de todos os mercados). É na macroeconomia que os governos buscam aumentar o nível de empregos, estabilizar preços, controlar a renda e obter crescimento econômico.
O Brasil e o mundo são movidos pela atividade econômica, que afeta diretamente seu povo local. Desde o final da segunda guerra mundial, até os anos atuais, muitas foram as mudanças em países de todas as regiões do planeta. Crescimento e crises mudaram a “cara” do mundo, especialmente durante a chamada “Guerra Fria”, quando o mundo se dividiu em países capitalistas, que tinham como modelo econômico e político, os Estados Unidos, e os comunistas, que eram seguidores da linha econômica e política da extinta União Soviética.
Nos anos 60 e 70 essa disputa cresceu substancialmente, principalmente nos países da América do Sul e Central, quando muitos jovens, intelectuais e artistas abraçaram o conceito esquerdista, provocando num primeiro instante, um impacto na forte estrutura capitalista que o Brasil e outros países já estavam acostumados. Por conta disso, na maioria dos países americanos tivemos um período onde o governo passou a ser comandado por um regime que ficou conhecido como “Ditadura Militar”.
Nos anos 80 tivemos, já no final das ditaduras, a globalização econômica gera um colapso nos países esquerdistas, e uma nova visão, agora cada vez mais capitalista, surge no mundo.
O homem, como trabalhador braçal, passa a ter menos valor, afinal, entende-se que o lucro é muito maior quando se investe em desenvolvimento tecnológico e nos meios de informação.
Já no século XXI incertezas envolvem o mundo, que passa a viver uma crise financeira em muitos europeus e até mesmo nos Estados Unidos. Alguns países emergentes cresceram temporariamente, outros decaíram de vez e ainda nos dias atuais muita coisa vem acontecendo. Inclusive aqui mesmo no Brasil, por vários anos tivemos a falsa impressão de um desenvolvimento que estava escondido atrás da “máscara” do crédito, quando o mercado foi aquecido, não por dinheiro circulante, mas por crédito desenfreado que, como uma bolha, uma hora estourou, ocasionando o que vivemos hoje: um país com milhões de inadimplentes.
Isso mostra que a população perde (ou ganha) muito com essas mudanças, e o que vai diferenciar isso é exatamente o quanto esse povo tem conhecimento de educação financeira. Quando temos o mínimo de conhecimento, tomamos precauções que poderão ser muito úteis, evitando perdas e/ou alavancando a renda, dependendo do momento econômico do país.
Claro que esse resultado gerado pela macroeconomia tem relação direta com o desenvolvimento da chamada microeconomia, que, como já foi falado, trata dos diversos mercados, separadamente.
 Este estudo permite que o mercado controle os preços de determinado produto ou serviço, baseando-se principalmente na oferta e na demanda dos mesmos.
Se a oferta (produção) é maior do que a demanda (procura) a tendência é que os preços caiam. Aparentemente isso é bom, porém, nem sempre a queda de preços significa desenvolvimento. Quando uma empresa precisa diminuir seus preços para fazer capital de giro, sua lucratividade é perdida e ao longo do tempo, o efeito dominó vai, consequentemente, afetar todas as etapas de produção, que vai da aquisição de matéria-prima, bens, serviços e claro, mão-de-obra, desencadeando ainda mais problemas no mercado macroeconômico.  Por conta disso, os administradores baseiam-se no é conhecido como “teoria de firma”, quando a empresa tem, como objetivo central, produzir com menor custo, de forma que possa aumentar suas receitas e ser assim, saudável financeiramente.
E enquanto as empresas procuram obter os melhores resultados, cabe aos governos, inclusive o brasileiro, controlar sua macroeconomia, principalmente aumentando ou diminuindo o crédito e o poder de investimento no mercado financeiro, assim como o Brasil já vem fazendo há alguns anos, com a queda da taxa básica de juros, conhecida popularmente como Taxa SELIC.

Por Sandro da Costa Mattos