quinta-feira, 21 de junho de 2018

Alimente-se de "novas verdades" e mude seu comportamento financeiro


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Tratando do tema “Finanças Comportamentais” destacamos as chamadas crenças que podem atrapalhar o crescimento das pessoas em relação ao dinheiro.
Diferente do que a economia tradicional costuma indicar, que é o “arrisque quando estiver ganhando e evite perdas no período de queda”, as Finanças Comportamentais desenvolvem nas pessoas o medo de perder quase que, o tempo todo. É um conceito muito mais emocional do que racional, por isso, quem tem isso enraizado, tende a ser motivado muito mais por estórias e histórias do que por apresentação de números, estatísticas e planilhas. Trata-se de uma visão e posteriormente ação, totalmente comportamental. É nesse tipo de instrumento que se pautam para suas tomadas de decisões.
Muitas pessoas “travam” seu desenvolvimento financeiro, profissional ou até mesmo de outros campos da vida, por conta das chamadas “crenças limitantes”. Na maioria das vezes, esses bloqueios mentais foram inseridos quando a pessoa está na fase infantil, e, na maioria das vezes, por influência dos familiares mais próximos (pais, avós, tios ou outro tutor).
Esse crença gera um sentimento de incapacidade na pessoa, que bloqueia, mesmo que de forma inconsciente, a possibilidade de atingir os resultados que almeja.
Uma das palavras que mais ouvimos é o NÃO. É um tal de “não faz isso”, “não pode”, “você não vai conseguir”. Essas negativas constroem obstáculos psicológicos que podem gerar travas emocionais para tomadas de decisões no futuro.
Se não bastasse isso, muitas pessoas carregam ainda, crenças culturais ou religiosas que as impedem de prosperar de verdade. Ideias como: “dinheiro é sujo”, “todo rico é desonesto”, “dinheiro não traz felicidade”, “aprender pra quê se não vou usar” ou “quem sofre vai pro céu” são alguns destes exemplos.
Às vezes sua vontade interior até diz: “vamos lá, você pode fazer isso, você é capaz de melhorar”, mas a crença limitante, guardada em seu subconsciente, teima em lhe lembrar que “você não pode, que você não vai conseguir, que é difícil, que sempre foi assim”.
As crenças sabotadoras geram problemas que vão da falta de foco, falta de motivação à procrastinação. Ainda causam doenças psicossomáticas, tristeza, desânimo, problemas emocionais, entre outros.
O papel do educador ou terapeuta financeiro é fazer com que essas pessoas acreditem que podem sim inserir novas verdades (como educador e terapeuta, devemos buscar usar o termo verdade e não crença). Isso pode ser adquirido através de acompanhamento terapêutico, leitura de bons livros, assistindo bons filmes, etc. Também é importante não perder tempo ouvindo pessoas negativas, a não ser que seja para depois ajudá-las transmitindo esse conhecimento.
Sair da zona de conforto é importante para sair dessa situação, e de acordo com a psicóloga Fela Moscovici, esse caminho é trilhado por alguns passos:

- Desiquilíbrio: quando a pessoa percebe que algo está errado e que ela precisa buscar auxilio ou novos caminhos.

- Descongelamento: descontrução de conceitos e hábitos enraizados, a quebra destas crenças limitantes.

- Incorporação: busca por aprendizado, somado à ação, à atitude de querer mudar.

- Congelamento: quando os novos conceitos já fazem parte da vida, sem a necessidade de um treino, ou seja, já faz parte da sua rotina natural.

Quando tratamos de assuntos relacionados à condição financeira das pessoas, temos que agir baseados na verdade, mostrando o que acontece dentro do que chamamos de realidade ativa, pautados nos princípios da educação financeira. Não devemos ficar encostados em “muletas psicológicas”.  Mostrar os princípios da metodologia e dos resultados que ela pode proporcionar com a mudança de comportamento é imprescindível para a obtenção dos resultados esperados.

Por Sandro Mattos - educador e terapeuta financeiro

terça-feira, 12 de junho de 2018

A importância do seguro no planejamento financeiro familiar e os tipos de seguros específicos para as pessoas.


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O planejamento financeiro pessoal ou familiar é muito importante. Quando tomamos os devidos cuidados, tendemos a ter uma vida financeira muito mais tranqüila, porém, infelizmente no Brasil poucas pessoas de preocupam com isso como deveriam. E entre as que buscam esse controle, a maioria se preocupa em gastar menos do que ganha, montar um orçamento, poupar, investir e com isso acumular dinheiro para a realização dos seus sonhos, muitos deles materiais, como: comprar um carro, uma casa, um sítio, viajar, e claro, ter uma aposentadoria confortável. Realmente tudo isso faz parte da base da educação financeira, mas não é só isso.  
Para a atingirmos nossos objetivos, precisamos de um orçamento onde as despesas caibam no valor real disponível mensalmente, certo? Porém, o que acontece quando somos surpreendidos com problemas que geram custos que não estavam na nossa projeção? Certamente isso vai influenciar em todo o resultado. Ou o orçamento estoura gerando dívidas e inadimplência ou será preciso ficar reorganizando tudo novamente. Agora imagine uma situação ainda pior: se o problema for justamente naquilo que você conquistou depois de muito tempo de planejamento? Por exemplo: você consegue comprar um veículo novo, tudo certo dentro do seu orçamento, independente dele ter sido adquirido a vista (o que seria melhor) ou à prazo. Mas aí este bem é roubado. É um problema enorme, pois, será necessário começar tudo de novo. E se pra comprar um carro já seria complicado, imagina pra quem perde a casa num incêncio?
Mesmo que você tenha algum dinheiro guardado, este não estava destinado pra isso. De qualquer forma, sua vida sofrerá um impacto negativo da perda de alguma coisa ou da prorrogação de outro sonho que poderia ser realizado em menos tempo.
É pensando nisso que, para se ter um planejamento financeiro mais saudável, é importante inserir no mesmo os seguros.  Se comparado aos benefícios que eles nos trazem, o prêmio pago sempre acaba valendo à pena.
Se levarmos em conta que a maioria das seguradoras hoje incorpora aos seguros os serviços de assistência (que às vezes nem estão relacionadas ao bem segurado), isso passa a vale ainda mais, pois, o que poderia gerar outras despesas agora passará a ser feito pela seguradora sem custo. Por exemplo: a pessoa faz o seguro do veículo, mas no pacote, acaba recebendo de “brinde” a assistência 24 para sua residência, com serviços como chaveiro, manutenção de equipamentos da linha branca e marrom, etc.
Uma vez demonstrada a importância deste tipo de contrato, destacamos os quatro principais, pelo menos no que diz respeito a defesa do patrimônio do indivíduo e da família:

Seguro de vida: este é essencial, pois protege a família de um infortúnio que é certo: a morte. Mas além da indenização pelo falecimento do contratante. Porém, além desta indenização, o segurado pode ter a cobertura ainda em vida, como por invalidez, temporária ou permanente, que prejudica a capacidade do segurado de gerar renda, e das coberturas em caso de descoberta de doenças graves ou terminais, ou seja, o seguro de vida não assegura apenas o bem-estar da família do segurado na sua falta, mas também o próprio segurado caso ele tenha perda ou redução de renda por motivos de saúde.

Seguro de veículos: É sem duvida, um dos mais acionados, principalmente nas grandes cidades. Por ser um dos maiores patrimônios das famílias, os carros devem estar protegidos por seguros adequados. Além de cobrir o próprio bem num possível roubo ou furto, é importante que cubra acidentes (inclusive com terceiros), evitando assim infortúnios financeiros.

Seguro residencial: É fundamental ter uma apólice que proteja sua casa pelo menos contra acidentes, como incêndio e outros danos causados por fogo. Além do prédio, podemos segurar os bens que nele estão instalados, seja esse imóvel próprio ou alugado.

Seguro viagem: O seguro viagem é outro produto de excelente custo-benefício que não vale a pena dispensar, principalmente em caso de viagens ao exterior. Além das coberturas por morte e invalidez na viagem, este seguro também evita que o segurado gaste verdadeiras fortunas em consultas médicas e até odontológicas durante a viagem.

Em resumo, podemos falar que todos os tipos de seguros são válidos, porém, cabe a cada um verificar aquilo que mais lhes convém. Hoje existe seguro pra tudo: equipamentos, celulares, móveis e até mesmo partes do seu corpo (isso mesmo, já teve jogador de futebol protegendo suas pernas em valores milionários).
Faça o planejamento financeiro, mas sempre se preocupe em deixar uma parcela mensal que defenda seu patrimônio contra os problemas que estão fora do seu controle.

Por Sandro Mattos - Educador Financeiro


Agarre as oportunidades


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Problemas causados pela falta de Educação Financeira


Resultado de imagem para dividasInfelizmente muitas pessoas e até famílias inteiras sofrem pela falta de educação financeira. 

Temos até aqueles que fazem seus controles em planilhas, aplicativos, o que até pode ser considerado como algo positivo, porém, o que a maioria das pessoas são sabem é que, ter controle é bom, desde que essa ação seja refletida no seu comportamento no dia-a-dia e na sua utilização para a realização de seus sonhos e objetivos no futuro.
É exatamente essa a diferença entre finanças pessoais e educação financeira. Uma ensina a fazer o controle de números, que por si só não mudam a situação, já que esta deve ser comportamental. E é exatamente aí que entra a educação financeira.
O número de problemas que afetam a população pela falta de educação financeira é muito grande, mas destacaremos aqui os principais.
Se o dinheiro é o meio utilizado para a realização dos nossos sonhos, quando os realizamos sem um controle orçamentário, é fato que cedo ou tarde teremos o maior dos problemas: a inadimplência, que é a incapacidade de pagar as dívidas nas datas pré-determinadas. O problema não está no fato de se ter ou não dívidas, pois estas, todo mundo tem. Todo mundo come, bebe, consome água, energia elétrica, roupas, etc. Como citamos anteriormente, dívidas todo mundo tem, o que não pode acontecer é o descontrole das mesmas, de forma que as receitas não sejam num montante capaz de supri-las.
A inadimplência gera enormes transtornos, não só na vida pessoal, como com a falta de crédito, mas também afeta outros segmentos, como a família, o trabalho e até a saúde. São, na verdade, problemas que não se separam, pois um estará ligado ao outro, todos motivados pela mesma causa: o descuido com o dinheiro.
Quando uma pessoa tem problemas financeiros, principalmente se esta é a responsável pela manutenção da casa, é fato que, na maioria das vezes encontrará problemas de relacionamento. No Brasil, a falta de dinheiro é a segunda maior causa de separações de casais. Se não bastasse isso, os filhos terão os pais como espelhos e na maioria das vezes, filhos de pais desiquilibrados financeiramente, também serão adultos sem controle.
Na saúde, as dificuldades geram problemas psicossomáticos, como estresse, depressão, desânimo e baixa auto estima. E quanto mais o doente se afunda nesse sentimento de negatividade, mais difícil ficará para ele aceitar que seu comportamento é o responsável pela atual situação.
Já no âmbito profissional, os maiores impactos estão no presenteísmo (a pessoa está no trabalho, mas sua mente está em outro lugar, vagando nos problemas), o absenteísmo (a falta constante no trabalho), baixa produtividade, turnover (troca constante de colaboradores, ou no caso da pessoa em si, ela não se mantêm muito tempo em um emprego) e por fim, as demissões.
Além destas e outras dificuldades cotidianas, o analfabetismo financeiro ainda é responsável, em grande parte, pela dificuldade que muitos idosos possuem. Principalmente no Brasil e em países que não possuem uma visão mais ampla a respeito da vida, o que se vê é que, a maioria esmagadora dos aposentados não consegue se independente financeiramente falando. Na verdade, apenas 1% deles chegará a isso. Os outros 99% serão divididos entre: 25% que são obrigados a trabalhar, 28% que dependem de ajuda de terceiros ou projetos caritativos e finalmente, os outros 46% que dependerão de ajuda de parentes.
Poderíamos enumerar diversos motivos que nos indicam que a educação financeira é importante para termos uma sociedade mais feliz, equilibrada e próspera, porém, apenas simplificando o conceito, podemos citar que a educação financeira é sem dúvida o caminho mais seguro para a realização dos nossos sonhos.

Artigo de Sandro da Costa Mattos - Educador e Terapeuta Financeiro

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Lotes do IRPF 2018

Saiba as datas dos lotes do IRPF de 2018.

FIQUE DE OLHO.
Cronograma dos Lotes de Restituição

LoteData
Remuneração
Selic
Declarações
transmitidas até
15/06/2018Não informadaPrioridades
16/07/2018Não informada
15/08/2018Não informada
17/09/2018Não informada
15/10/2018Não informada
16/11/2018Não informada
17/12/2018Não informada
Boa sorte!
SCM

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Conceitos de consumo e de consumo consciente


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A economia de um país está basicamente relacionada a dois pontos especiais: a produção (de produtos ou serviços) e seu consumo (a compra ou contratação do que é produzido).
Toda produção está baseada em quatro fatores: terra, capital, trabalho e conhecimento. No fator “terra” temos os recursos naturais utilizados, no “capital” o dinheiro e os equipamentos necessários para a produção, no “trabalho” a mão-de-obra, a pessoa humana que vai produzir aquilo e no “conhecimento” a capacidade individual ou coletiva de quem vai atuar nesta produção. Sem esses fatores não existe produção, e sem produção, não teríamos desenvolvimento.
Quando temos uma procura muito grande pelos bens de consumo, ou seja, quando a procura é maior do que a oferta, geramos um problema muito conhecido, especialmente em países que ainda não possuem uma economia equilibrada e bem definida, a tão conhecida inflação.
Por outro lado, quando a oferta é maior do que a procura, tendemos a diminuir a inflação, com a queda dos preços, mas isso também não é bom, pois causa recessão, pois, uma vez que temos menos dinheiro circulando na praça, as empresas acabam diminuindo sua produção e numa escala progressiva, comprando menos, produzindo menos, precisando de menos colaboradores. É o chamado “efeito dominó negativo”.
O ideal é buscarmos o equilíbrio. Não exagerar no consumo e nem deixar de praticá-lo. Essa é a situação mais saudável para o consumidor e para o país.
A educação financeira comportamental explica que temos que tomar o máximo de cuidado para não perder o controle, prejudicando nosso orçamento e consequentemente, nossa saúde financeira.
Visando esse cuidado, explicaremos aqui quais cuidados devemos ter para evitar transtornos e assim, não só preservar nosso dinheiro, como também, ajudar o país e nosso planeta.

Consumo responsável: quando compramos, impactamos diretamente na economia, isso já foi explicado. Dessa forma, visando sempre o equilíbrio, devemos tomar o cuidado de comprar somente aquilo que realmente precisamos, num preço justo, no tempo certo (muitas vezes, movidos pela “onda”, compramos produtos que não precisaríamos naquele momento ou até, que nunca precisaríamos). O consumidor responsável sabe que tudo aquilo que ele faz, impacta diretamente em suas finanças e no resultado econômico do seu país.

Consumo inteligente: devemos levar em conta a real necessidade de comprar algo, levando-se sempre em conta o que essa compra vai trazer de benefício e/ou prejuízo pra nós. Se precisar mesmo de um produto, observe se existem outros iguais com preços menores, não se deixe levar somente pela marca. Sempre faça a relação “necessidade x bem estar x menor custo”.

Consumo consciente: está relacionado ao impacto que este produto ou bem causa sobre a sua vida, a vida de outras pessoas e sobre o planeta. Hoje existe uma gama enorme de empresas que estão preocupadas em defender o planeta, o meio ambiente ou que estão diretamente associadas a causas humanitárias. O consumidor consciente leva sempre em conta quatro dimensões: consciência ecológica (empresas, produtos e serviços ecologicamente corretos), economia de recursos naturais (evitar desperdício de água, energia, etc), reciclagem (reaproveitamento de materiais, evitando assim um maior acúmulo de lixo e claro, o gasto desnecessário de dinheiro) e planejamento de consumo (buscar uma vida mais simples, menos consumista e assim, menos impactante do ponto de vista negativo, para suas finanças e para o planeta).

Todo mundo é consumidor. Seja para manter nossas necessidades básicas como alimentação, vestuário e saúde, à realização de sonhos materiais ou sociais, todos temos que consumir produtos, bens naturais ou serviços.
O diferencia a pessoa que realiza um consumo correto e um consumista desenfreado é a forma que ele impacta essa prática na sua vida pessoal, principalmente nas suas finanças.
O consumismo é uma prática desiquilibrada, onde a pessoa busca no ato de comprar, a satisfação momentânea de realização, sem levar em conta os resultados que isso gerará na sua vida e daqueles que tanto ama. O consumista é exatamente aquela pessoa que é facilmente influenciável pelo trabalho de marketing divulgado na mídia ou pela sociedade, esquecendo que, cada um de nós é responsável pelos resultados, positivos ou negativos, que obteremos em nossas vidas.
Para evitar esse tipo de transtorno, é imprescindível que todos busquem ter a cada vez mais falada, educação financeira, que nos permite ampliar a visão dos conceitos necessários para mudarmos nossas atitudes e a partir daí, mudar o padrão de consumo e com isso, também, o nosso padrão de vida e financeiro.
A educação financeira, especialmente a baseada na metodologia DSOP nos dá a oportunidade de buscarmos um rumo de crescimento, independente da situação que nos encontramos, pois se baseia em pilares que vão do diagnóstico de nossas receitas e despesas, na busca centrada de nossos sonhos (sem desiquilíbrio financeiro), no controle do nosso orçamento e no ato de poupar, que pode ainda, ser potencializado pelo ato de investir.
Além disso, a educação financeira nos permite ter informações que nos propiciam a buscarmos um futuro mais tranquilo, diferente do que ocorre para a maioria das pessoas, que hoje, chegam à aposentadoria sem que tenham se preparado para este momento. Infelizmente apenas 1% dos nossos aposentados são independentes financeiramente falando, e isso é causado, principalmente, por falta de informação e atitude. Pensando nisso, o Brasil criou o ENEF, que tem como meta, levar a educação financeira para as crianças, transformando-as em adultos mais conscientes no que diz respeito ao seu próprio dinheiro.

Artigo de Sandro da Costa Mattos 
Educador e Terapeuta Financeiro associado à ABEFIN


sexta-feira, 18 de maio de 2018

A vida passa rápido...

Nossa vida financeira deve ser guiada pela busca dos nossos sonhos.

Se você não se preocupa com nada, só em viver o hoje, com certeza terá problemas no futuro.
Mas se você só pensa em trabalho e juntar dinheiro, pode ter problemas hoje.
Não seja um escravo do dinheiro.
A moeda deve ser um meio, nunca o fim, nunca seu único objetivo.
Juntar dinheiro sem propósito não faz sentido.
Viva a vida. Com os pés no chão, com educação financeira, mas viva.
A vida passa rápido... e a felicidade está totalmente vinculada ao equilibrio.


Vamos rir um pouco com o vídeo abaixo?
Embora cômico, ele mostra uma grande verdade.